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LÁGRIMAS E... DIAMANTINA!

LÁGRIMAS

Mamãe, não chore por mim!
Não lamente nem fique triste,
A morte da vida não é o fim,
Pra mim, ela, eterna... Existe!

Sou mais feliz do que vocês
Em minha atual existência,
Por aí, só vivi por uma vez,
Aqui... Existo em consistência!

A cada lágrima derramada
Dos seus olhos maternais,
Minha' alma... Enciumada!
Fica penando pelos portais.

Portais agora nos separando
Da matéria que você conduz,
Quando dela for se livrando,
Viveremos juntos... Na luz!

Para mim, foi feito o possível,
O impossível só Deus poderia,
Perdi você, minha mãe incrível!
Mas... Ganhei por mãe: Maria!
(S/A/Baracho)

DIAMANTINA!

Oh! Viandante sedento
Da fuga da chaminé...
Vire leme e pensamento
Pra o reflexo do Itambé!

Esqueça a luxúria enfadonha,
Progresso, sufoco e poluição,
Venha à bacia do Jequitinhonha
Conhecer gente... Dar às mãos!

Verás deitada na serra,
Banhada em água cristalina,
A mais bela cidade da terra:
Minha doce... Diamantina!

Cimo apoiado no "Bom Jesus",
Pés, descansando na "Palha",
Braços em forma de cruz:
Apontando pára às muralhas!

Comunidade sem barreiras,
Mágoas, muros ou suspeição,
Onde turistas cerram fileiras,
Com total admiração!

Clima ameno, cheiro de campina,
Ruas estreitas... Aconchegantes!
Para os turistas não é sovina
Pra os filhos é sempre amante!

Construída por escravos
Em época remota e sofrida,
É uma cidade sem agravos,
Espelhando as faces da vida.

Do passado... Os casarões!
Com treliças nas varandas
Desafiando às gerações:
Derrotando as estações!

Cidade patrimônio!
Base da Antigüidade:
Teu presente é sinônimo
Da maior tranqüilidade!

Teu futuro... Uma promessa!
De ser o retrato da vida,
Desde que não haja pressa
De ser pelo homem... Destruída!

Oh turistas pasmados!
Com tanta beleza pura,
Mantenham-se respeitosos
Ante tão belas estruturas!

Precisamos ter amor
Pelo que existe agora,
Respeitando o seu resplendor
Pelos tempos afora!

Admirem o barroco lindo,
Aspire ao nosso ar mais puro,
Mas, não maculem, destruindo
O nosso passado: fulcro do futuro!

Tijuco era o teu nome
No pretérito distante,
No presente, tens renome
Como o oásis do viajante!

Oh filhos de Diamantina!
Conservem o teu patrimônio
Numa pilha cristalina
De beleza sem homônimo!

O tempo sempre devassa
Às construções antigas,
Mas, o Homem, faz carcaça,
Como se fossem inimigas.

Fugistes da chaminé
E da total poluição!
Em Diamantina, tens o pé...
Não causem destruição!

(S.A. BARACHO)
E-mail conanbaracho@uol.com.br
Fone: 0(XX) 3846 6567
Sebastião Antônio Baracho 15/09/2006 envie um e-mail para o autor

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