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CHUVA NA SERRA!

A chuva caía lentamente em gotículas prateadas contínuas sobre às folhas verdes da vertente montanhosa girando, constantemente, nas hastes tortas de pequenas e finas árvores até estão ressequidas e com as suas raízes à mostra em razão do piso ser arenoso e com seixos arredondados.
A cada seqüência de gotas d ' águas, às árvores anãs tremulavam às suas folhas como se agradecesse a chegada angustiantemente esperada de uma chuva qualquer, nem que fosse fina e passageira.
Tão logo iniciou o chuvisco, os pequenos animais e insetos proliferaram entre às árvores, com alguns subindo pelos talos rumo a copa como se competissem na intenção de se mostrarem ou para agradecerem a chegada repentina da chuva, para eles, um vendaval que lhes atrasavam à subida ao enfrentarem cada gota como se fosse um bólido vindo de cima a lhes dificultarem os movimentos das suas pequenas patas e antenas.
Pelas reentrâncias da pequena serra, desciam vários filetes de água fluvial que, no entanto, fugia da regra das "águas sujas" em razão do local só ter areia branca e seixos; com a pouca terra existente estando medrada às pedras e areias e cobertas pela vegetação rasteira e afastada dos sulcos feitos na encosta por anteriores passagem, montanha abaixo, de filetes e até de enxurradas de chuvas passadas.
As águas desciam pela encosta tal e quais veias humanas em um corpo transparente, ao chegarem ao sopé, se reuniam e formavam pequenos lagos próximos das árvores anãs, rodeando cada uma delas na fuga em direção das depressões.
Novo tremular das folhas como se agradecessem a "sobremesa" de água em suas raízes sofridas da fartura líquida mitigando às suas carências anteriores no período do estio, na região... Prolongado!
Uma nuvem plúmbea acercou-se dos píncaros da serra em sua parte desnuda de vegetação.
As folhas das árvores, na base, se retorceram como se fossem fechar em torno de cada pecíolo seu, era como se pressentissem um aguaceiro próximo, com a natureza, sempre pródiga, lhes dando um aviso da chegada do perigo.
Os pequenos animais, tatus, preás e insetos, céleres, desceram do pico e das árvores e, desviando-se dos filetes, homiziaram-se em seus buracos, tocas, ou quaisquer abrigos protegidos da chuva e das enxurradas.
Na ravina só ficaram visíveis os vegetais e os minerais, os primeiros, sujeitos a intempérie próxima e, os segundos, sabedores de que seriam removidos pelas águas para locais mais abaixo quando estariam sendo substituídos pelos que viessem na enxurrada iminente sem, no entanto, sofrerem lesões a não ser alguma fragmentária.
De neblina, a chuva se transformou numa tunda líquida a açoitar a vegetação e remover areias e pedras pela declividade em direção da base, onde seriam, parcialmente, sedimentadas juntamente com as folhas que, na passagem, fossem ceifadas pelas águas e ventos.
Os insetos e animais pequenos não corriam nenhuns perigos, primeiro, porque a natureza os tinha protegidos mandando um "aviso" em forma de neblina e uma nuvem se aproximando de cimo da montanha e, segundo, em razão da própria natureza lhes ter ensinado. No "transcorrer dos séculos", a fazerem os seus abrigos no chão, porém, com partes interiores elevadas em relação à entrada de suas tocas, moradias e esconderijos. Onde a água, se inundasse, retornaria pela mesma entrada sem alcançá-los em plano interno superiores ao nível de entrada e, de camarote, assistia a água chegar, inundar e retornar sem os atingirem.
As árvores, apesar de perderem algumas folhas e terem às suas raízes parcialmente sobre o solo, tinham a proteção da mãe natureza que lhes permitiam vergarem-se ao peso das águas e ventos sem esfacelarem os seus troncos de fibras fortes pelo embate contra o estio demorado; por isso, abaixavam-se como em vênia, em seguida, retornavam ao estado anterior tantas quantas fossem às vezes necessárias.
A vegetação rasteira com pouca terra era protegida pela própria aridez das pedras e areias circundantes, o que não lhe deixava ser arrancada e levada pela enxurrada.

Oh! Viandante sedento
Da fuga da chaminé...
Vire leme e pensamento
Pra o reflexo do Itambé!

Esqueça a luxúria enfadonha,
Progresso, sufoco e poluição,
Venha à bacia do Jequitinhonha
Conhecer gente... Dar às mãos!

Verás deitada na serra,
Banhada em água cristalina,
A mais bela cidade da terra:
A minha doce... Diamantina!

(aa.)S.A.BARACHO
Fone: (31) 3846 6567
Sebastião Antônio Baracho

Coronel Fabriciano
MG

De 61 a 70 anos
27/06/2007 envie um e-mail para o autor

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