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Alzheimer - Jogos
Curso que ensina pessoas com mais de 50 anos a criar videogames pode ajudar no tratamento do Alzheimer
Segundo o criador do projeto, além de estimular o raciocínio lógico, a invenção de um jogo também instiga a criatividade, funcionando como um treinamento preventivo para doenças cognitivas, entre elas, o Alzheimer
Por: Caroline Fernandes Mussato
Jornalista, formada pela Unimar e autora do livro ‘Vivendo’, é colunista convidada do Portal Terceira Idade
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Jogos estimulam a memória...

“Os alunos aprendem a criar um jogo novo ‘do zero’. Eles têm de pensar nas etapas, no que vai acontecer em cada fase do game”, diz Fabio Ota (no destaque da foto)

entre os diversos declínios, físico, cognitivo e social, associados ao envelhecimento, um dos mais acentuados é a Doença de Alzheimer, uma doença crônica e neurodegenerativa que tem sua prevalência aumentada exponencialmente com o avanço da idade.

No Brasil, em 2010, a prevalência média da Doença de Alzheimer correspondia a 7,6% da população com 65 anos ou mais – e as projeções para 2020 apresentam-se mais altas que a mundial, atingindo quase 8%, com 55.000 novos casos por ano.

Jogos no tratamento de Alzheimer

Vários estudos comprovam os benefícios dos jogos para a saúde dos mais velhos. No caso das pessoas que têm 50 anos ou mais, são um meio eficaz, prazeroso e desafiador de manter a coordenação motora e o raciocínio afiados, além de combater a depressão.

Os games (“jogos”, em inglês) melhoram as funções de memória, atenção, tomada de decisão, planejamento, imitação, aprendizagem e retenção e transferência das informações adquiridas. Também contribuem para aumentar a autoestima e o bom humor, diminuir a sensação de solidão, reduzir a ansiedade, melhorar o equilíbrio e prevenir doenças crônicas, como a de Alzheimer.

Criando seus próprios jogos

Mas não é só no papel de jogador que as pessoas de idade mais avançada exercitam o cérebro. Fabio Ota (foto), 53 anos, profissional de TI (Tecnologia da Informação) e proprietário da International School of Game (ISGame), formatou em Campinas (SP), há cerca de dois anos, em parceria com a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), um curso que ensina alunos e alunas de 50 anos ou mais a desenvolver jogos.

“Comecei a pensar em uma metodologia voltada para ensino de desenvolvimento de games para idosos, principalmente para permitir que exercitem o cérebro com uma atividade intelectual divertida e que tem um forte efeito positivo para a saúde mental”, afirma Ota. Nas aulas, os alunos aprendem a criar um jogo novo “do zero”. “Eles têm de pensar nas etapas, no que vai acontecer em cada fase do game”, enfatiza.

“Além de estimular o raciocínio lógico, algo que a ação de jogar já proporciona, a invenção de um jogo também instiga a criatividade. Na classe, percebo que muitos dos que têm mais de 70 anos nunca nem jogaram videogame”, completa.

Veja como participar dos cursos em ‘mais sobre o assunto’, abaixo.


Fotos: Divulgação / Fabio Ota (arquivo pessoal)
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