sexta-feira, 16 outubro 2026
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hotelaria selo acolhe fundação vanzolini
ArtigosCidadaniaNotíciasResponsabilidade SocialSaúde e Bem-EstarSelo Acolhe - Inclusão e acessibilidade geram respeito e dignidade!Viagens e Lazer

Viajando sem barreiras: o acolhimento de uma hotelaria inclusiva

por Tony Bernstein 13/10/2026
escrito por Tony Bernstein
hotelaria selo acolhe fundação vanzolini
A inclusão real está nos detalhes e na fluidez do espaço

Fazer as malas, pegar a estrada ou um voo e chegar ao saguão de um hotel. Para muitos, esse roteiro é sinônimo de liberdade e descanso. No entanto, experimente imaginar essa mesma cena pela perspectiva de quem utiliza uma cadeira de rodas, um andador, ou simplesmente carrega consigo as limitações que o tempo impõe ao corpo. De repente, a porta giratória vira um muro, o balcão alto da recepção faz com que o hóspede se torne ‘invisível’ e o degrau charmoso na entrada torna-se uma montanha.

No mundo contemporâneo, a verdadeira hospitalidade perde o sentido se não for para todos. Criar ambientes inclusivos no ramo hoteleiro deixou, há muito tempo, de ser apenas mais um mero diferencial de mercado. É uma necessidade.

O Censo Demográfico do IBGE de 2022 revelou que o Brasil abriga cerca de 14,4 milhões de pessoas com deficiência – o que representa 7,3% da população acima de dois anos. E um estudo de 2023 do Ministério do Turismo mostra que 53% dos turistas com deficiência acabam cancelando ou desistindo de viagens por esbarrarem na falta de acessibilidade.

A inclusão real está nos detalhes e na fluidez do espaço

Quando falamos de um hotel adaptado, o senso comum costuma resumir o tema a uma rampa na entrada e uma barra de ferro no banheiro. Mas a inclusão real está nos detalhes e na fluidez do espaço.

Conversando olho no olho

Imagine um check-in onde a recepção possui uma seção rebaixada. Ali, o funcionário e o hóspede cadeirante conversam olho no olho, resgatando a dignidade do atendimento. As portas de entrada são automáticas ou de correr, abrindo-se sem exigir força. O caminho até o elevador é feito sobre um piso plano, nivelado e antiderrapante, livre de tapetes que enroscam ou degraus que surpreendem.

Pelos corredores amplos, uma sinalização tátil sutil guia os passos, enquanto placas em Braille e alto-relevo nas paredes, somadas a avisos sonoros, garantem que a informação chegue a todos os sentidos.

Arquitetura inclusiva

E então, chegamos ao quarto – inclusivo e sem perder o aconchego. O espaço de circulação é generoso, desprovido de pufes decorativos ou mesinhas que criam rotas de colisão para andadores e cadeiras de rodas. A cama possui uma altura estudada para facilitar o deitar e o levantar, e o controle da luz e do ar-condicionado está ali, ao alcance das mãos.

O mobiliário é um capítulo à parte. Um guarda-roupa inteligente para pessoas com mobilidade reduzida ou idosos é aquele que não cobra esforço: portas deslizantes e gavetas posicionadas na parte inferior devolvem a autonomia ao hóspede na hora de desfazer as malas. As portas de correr, aliás, são muito importantes numa arquitetura inclusiva, pois poupam o espaço útil e eliminam a necessidade de recuo para abri-las.

No banheiro, a segurança é fundamental. Pias suspensas que permitem o encaixe da cadeira, barras de apoio estrategicamente posicionadas, pisos que não escorregam e um box espaçoso com assento retrátil transformam a hora do banho em um momento de relaxamento, sem apreensão.

Claro, a experiência não termina na porta do quarto. As áreas de lazer, desde os móveis do lobby – com sofás firmes e mesas de centro em altura adequada – até as piscinas equipadas com elevadores de transferência, precisam garantir que o hóspede usufrua de tudo o que o hotel oferece.

Gentileza no olhar e a prontidão em ajudar

Contudo, a excelência de um hotel inclusivo não se ergue apenas sobre tijolos, medidas exatas e normas de engenharia. Tão essencial quanto uma infraestrutura bem planejada é o fator humano. De nada adianta um balcão na altura correta se a equipe não estiver preparada para receber esse público com empatia e naturalidade.

A verdadeira hospitalidade exige profissionais bem treinados, capazes de oferecer um atendimento caloroso, seguro e humanizado. É o preparo da equipe, a gentileza no olhar e a prontidão em ajudar sem infantilizar ou subestimar o hóspede que transformam um espaço fisicamente acessível em um ambiente onde ele se sente, de fato, bem-vindo.

A verdadeira essência da hotelaria é, antes de tudo, fazer com que qualquer pessoa se sinta em casa.

Acessibilidade com acolhimento

O Selo Acolhe, da Fundação Vanzolini, reconhece estabelecimentos focados em acessibilidade, segurança e conforto. A iniciativa vai além de mudanças físicas: busca garantir respeito, autonomia e bom atendimento desde a chegada do público até a circulação no local.

Em um hotel ou pousada, isso pode estar nos detalhes, como uma circulação segura, informações compreensíveis e uma equipe preparada para acolher sem limitar o cliente. Assim, adaptar o espaço melhora a experiência de todos, unindo hospitalidade e diferencial de mercado.

Foto: Portal Terceira Idade / AI

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13/10/2026 0 Comentário
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selo acolhe fundação vanzolini
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O sabor da inclusão

por Tony Bernstein 06/10/2026
escrito por Tony Bernstein
selo acolhe fundação vanzolini
Nenhuma adaptação arquitetônica supera o valor do fator humano

Entrar em uma padaria ou naquele café charmoso do bairro é uma daquelas tradições cotidianas que quase todo mundo adora. O cheirinho de pão na chapa, o som da máquina de café expresso, a escolha de um doce na vitrine… Mas, para quem tem baixa visão, esse momento relaxante pode exigir um pouco mais de energia se o espaço não estiver preparado para abraçar a diversidade de seus clientes.

Devolvendo autonomia ao cliente

Pensemos, por exemplo, na hora de fazer o pedido. Sabe aquele pequeno adesivo de QR Code1 colado na mesa, que virou um padrão moderno? Para muitos, é uma praticidade – mas, para quem tem baixa visão, o uso exclusivo dessa tecnologia pode ser um obstáculo, criando uma espécie de exclusão digital.

Depender apenas da tela do celular, que nem sempre oferece o contraste ou a ampliação necessários, tira da pessoa a liberdade de explorar as opções. A solução costuma ser bem simples: ter à disposição um cardápio físico com letras maiores e bom contraste, ou até mesmo em Braille. É um detalhe que devolve ao cliente a autonomia de decidir o que quer comer, sem precisar que alguém leia o menu para ele.

Locomoção segura e tranquila

A experiência agradável também passa por como nos movemos no ambiente. A verdadeira autonomia acontece quando o espaço favorece a independência de qualquer pessoa. Muitas vezes, sem perceber, criam-se barreiras no estabelecimento – como mesas muito próximas umas das outras, obstáculos no meio do caminho ou degraus discretos.

Um layout um pouco mais espaçoso e a instalação cuidadosa de pisos táteis não comprometem a decoração do lugar, pelo contrário, funcionam como guias silenciosos que garantem uma locomoção segura e tranquila até a mesa ou ao banheiro.

Acessibilidade: sinônimo de hospitalidade

Contudo, nenhuma adaptação arquitetônica supera o valor do fator humano. O conceito de acolhimento ganha vida exatamente aí. Ter um caixa com atendimento preferencial é importante e necessário, mas o cuidado se mostra, de fato, nas pequenas atitudes da equipe.

É o garçom que se aproxima e, de forma natural, narra os sabores dos bolos do dia. É o atendente que oferece uma orientação sutil pelo salão, garantindo uma relação respeitosa e atenciosa. Essas práticas transformam um ambiente comercial em um espaço de pertencimento.

No fim das contas, acessibilidade é apenas uma outra palavra para hospitalidade. Garantir o direito de escolha, de consumo e a participação social plena da pessoa com deficiência não muda a essência de um café ou padaria. Pelo contrário, apenas amplia as portas. Quando pensamos em todos os detalhes para receber bem quem quer que seja, descobrimos que o sabor da inclusão é, sem dúvida, a melhor experiência que podemos oferecer.

Transformando acessibilidade em acolhimento

É justamente com esse olhar mais amplo sobre acessibilidade, autonomia e experiência que surge o Selo Acolhe, da Fundação Vanzolini. A iniciativa reconhece estabelecimentos que demonstram compromisso em oferecer ambientes mais acessíveis, confortáveis, seguros e acolhedores para as pessoas.

Mais do que pensar apenas em adaptações físicas, o Selo Acolhe considera a experiência como um todo: desde a forma como a pessoa chega e circula pelo espaço até a maneira como é recebida e atendida. Afinal, um ambiente acessível também precisa proporcionar segurança, autonomia e respeito.

Em uma padaria, café ou restaurante, isso pode estar nos detalhes, como uma circulação mais segura, informações que possam ser facilmente compreendidas, espaços que favoreçam a autonomia e uma equipe preparada para oferecer um atendimento acolhedor sem limitar as escolhas do cliente.

Tornar um espaço mais acolhedor não significa apenas atender a uma necessidade específica. Significa construir uma experiência melhor para todos e reconhecer que acessibilidade também é uma forma de respeito, cuidado, hospitalidade, mas além disso, uma forma se diferenciar no mercado.

Com colaboração de Luiza Salomé, Gestora do Selo Acolhe da Fundação Vanzolini
Foto: Portal Terceira Idade / AI

1QR Code é a abreviação, em inglês, de ‘Quick Response Code’ que, em português, quer dizer “Código de Resposta Rápida”. Análogo ao código de barras tradicional, ele é composto por um gráfico de quadradinhos pretos e brancos, armazenando uma grande quantidade de dados (como sites, textos ou dados de pagamento) que podem ser lidos instantaneamente pela câmera de um celular

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Inclusão, segurança e autonomia geram respeito e dignidade

por Redação Portal Terceira Idade 01/10/2026
escrito por Redação Portal Terceira Idade
selo acolhe fundação vanzolini
O Dia Internacional da Pessoa Idosa traz uma oportunidade para propor alternativas para atender o público 60+ em estabelecimentos comerciais e de serviços com autonomia, segurança e conforto

O Dia Internacional da Pessoa Idosa, celebrado em 1º de outubro, abre espaço para uma discussão cada vez mais relevante no Brasil: como preparar estabelecimentos comerciais e de serviços para uma população que envelhece, permanece ativa e deseja manter sua autonomia no dia a dia.

Acesso, segurança, conforto e atendimento

É nesse contexto que a Fundação Vanzolini desenvolveu o Selo Acolhe, uma chancela voltada a espaços que buscam oferecer melhores condições de acesso, segurança, conforto e atendimento ao público 60+, além de pessoas com baixa mobilidade ou deficiências sensoriais.

A proposta parte de uma visão ampliada de acessibilidade. Mais do que rampas e banheiros adaptados, a avaliação considera aspectos que muitas vezes passam despercebidos, mas podem comprometer a experiência e a independência das pessoas idosas, como iluminação inadequada, excesso de ruído, corredores estreitos, sinalização pouco legível, produtos fora de alcance, atendimento exclusivamente digital e falta de preparo das equipes.

Adaptando ambientes e serviços

O selo verifica critérios relacionados à infraestrutura, segurança, conforto, comunicação e atendimento humanizado, oferecendo aos estabelecimentos um referencial para identificar barreiras e aprimorar a experiência dos clientes.

Entre os espaços que já conquistaram o Selo Acolhe estão a Drogamax, em São José do Rio Preto, o Espaço Sinimbu e a CASACOR 2026, em São Paulo, exemplos que podem ajudar a mostrar, na prática, como empresas estão adaptando seus ambientes e serviços às novas demandas da longevidade.

Baseado em diretrizes de normas como a ABNT NBR 90501, ABNT NBR 90772 e A2S3, o Selo Acolhe pode ser aplicado a diferentes segmentos, incluindo restaurantes, clínicas, hospitais, supermercados, shopping centers, farmácias, bancos e hotéis.

Foto: Portal Terceira Idade / AI
Fonte: Ateliê de Textos / Fundação Vanzolini

1Norma ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) NBR 9050: norma técnica brasileira que estabelece critérios e parâmetros para garantir a acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos.
2Norma ABNT NBR 9077:2025: norma técnica brasileira que estabelece as condições exigíveis para o projeto de saídas de emergência em edifícios, garantindo a evacuação segura de pessoas em casos de incêndio ou pânico.
3Certificação A2S (Ambiente Seguro e Saudável): selo criado pela Fundação Vanzolini para atestar boas práticas de higiene, sanitização e segurança em estabelecimentos corporativos, comerciais, industriais e repartições públicas.

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01/10/2026 0 Comentário
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heloisa livro me deixem envelhecer em paz
Arte e CulturaLivrosNotíciasReflexão

“Me deixem envelhecer em paz!”

por Redação Portal Terceira Idade 30/09/2026
escrito por Redação Portal Terceira Idade
heloisa livro me deixem envelhecer em paz
“Estudar o envelhecimento é muito diferente de refletir sobre o próprio envelhecimento”, afirma a autora

“O preconceito contra a palavra ‘pessoa idosa’ revela o desconforto social que ainda existe em relação ao envelhecimento”, reflete Heloísa Ferreira, psicóloga, pesquisadora e professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Com base em experiências pessoais, humor, reflexões acadêmicas e observações do cotidiano, Heloísa lançou “Me deixem envelhecer em paz!”, pela editora Appris, no último dia 17 de junho, no Rio de Janeiro, construindo uma narrativa sensível e acolhedora sobre um tema que ainda provoca desconforto em grande parte da sociedade.

A obra reúne 30 crônicas inéditas da autora sobre envelhecimento, idadismo, saúde mental, menopausa, finitude e os desafios emocionais enfrentados ao longo da vida adulta.

Olhando para o próprio envelhecimento

Me deixem envelhecer em paz!
A autora Heloísa Ferreira; no destaque, reprodução da capa do livro

Ela conta que o livro nasceu justamente às vésperas dos seus 40 anos, momento em que passou a olhar para o próprio envelhecimento de forma mais concreta. “Estudar o envelhecimento é muito diferente de refletir sobre o próprio envelhecimento. Eu quis me permitir fazer as duas coisas”, afirma a autora, que é professora do Instituto de Psicologia da UERJ e coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisa em Envelhecimento (GEPE) da mesma universidade.

Cabelos brancos, mudanças corporais e menopausa

Ao longo da obra, a autora questiona crenças idadistas profundamente enraizadas, especialmente aquelas direcionadas às mulheres. Temas como cabelos brancos, mudanças corporais, menopausa e pressão estética aparecem associados ao impacto emocional provocado pelo culto à juventude e pelas expectativas sociais em torno do envelhecimento feminino.

“Muitas mulheres envelhecem sob a sobrecarga histórica de cuidado com os outros, o que também impacta sua saúde física e emocional. No livro, procuro denunciar essas formas de idadismo e de injustiça”, destaca a autora.

Sintomas “normais da idade”…

Além do idadismo, o livro aborda a negligência em relação à saúde mental das pessoas idosas. A professora observa que, muitas vezes, sintomas de depressão, solidão ou isolamento social são vistos como “normais da idade”, quando, na verdade, demandam atenção, cuidado e intervenção.

A dificuldade coletiva de falar sobre morte também é tema do livro. Para Heloísa, evitar discussões sobre esse assunto torna o envelhecimento ainda mais difícil. “O medo da morte é legítimo. O problema é simplesmente não considerar que a vida é finita. Quando olhamos para essa questão com mais honestidade, conseguimos viver com mais clareza sobre o que realmente importa”, diz.

Envelhecimento acelerado da população

A autora chama atenção para a falta de preparo do Brasil diante do envelhecimento acelerado da população. “O país ainda enfrenta muita desigualdade social, pobreza e falta de acesso a serviços básicos de saúde, mas também há muitas atitudes, crenças e comportamentos negativos em relação à velhice, à pessoa idosa e ao processo de envelhecimento”, diz ela.

Para Heloísa, é importante gerar reflexões capazes de desafiar o idadismo estrutural. “Quando pensamos na preparação para o envelhecimento populacional, não estamos falando apenas de saúde. Trata-se também de mobilidade urbana, moradia, acessibilidade, segurança, inclusão digital, previdência e oportunidades de participação social”, conclui.

Fonte e fotos (autora e livro): Auracom Assessoria de Comunicação
Foto capa: Portal Terceira Idade / Gemini AI

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Editora Appris > livros
Livro “Me Deixem Envelhecer em Paz!” (de R$49.00 por R$29.16; jul/2026)
Em um tom coloquial, de quem se senta numa mesa de bar para conversar com alguém, em 30 crônicas, trago minhas reflexões sobre o que envelhecer significa para mim em pleno início da minha quinta década de vida

Instagram > Heloísa Ferreira
Psicóloga, Pesquisadora, Professora
Autora do livro “Me Deixem Envelhecer em Paz!”

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emoções e sentimentos psicologia
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A importância de conversar sobre nossos sentimentos e emoções

por Redação Portal Terceira Idade 30/09/2026
escrito por Redação Portal Terceira Idade
emoções e sentimentos psicologia
A informação diminui o preconceito e os tabus

Já é tempo de falarmos com a mesma franqueza sobre a saúde mental e emocional. A informação diminui o preconceito e os tabus, promovendo a conscientização das pessoas sobre a importância do tema.

Em um mundo em que muitas vezes somos consumidos pelo estresse, pela ansiedade, tristeza, dificuldade nas relações, depressão, fobias, entre outros, nada melhor do que reconhecermos os sinais de alerta para que possamos acolher e cuidar das nossas emoções e de quem precisa tanto deste apoio.

Autoconhecimento e acolhimento

A psicoterapia ajuda no reconhecimento de nossas emoções e das formas como lidamos com as questões das nossas vidas.

Autoconhecimento e acolhimento são fundamentais para que possamos superar as dificuldades e crescer – como pessoas e como sociedade. Acolher as dores do mundo moderno e entender como temos lidado com a saúde mental é parte fundamental disto.

Cuide de si, cuide do outro!

Foto: Portal Terceira Idade AI / Recraft / Gemini

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“Chegando para mais um dia de trabalho!”

por Redação Portal Terceira Idade 30/09/2026
escrito por Redação Portal Terceira Idade
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“Só o fato de se arrumar de manhã e ir trabalhar mexe com a sua autoestima” (Paulo Danilo, 74)

“Só o fato de se arrumar de manhã e vir trabalhar mexe com a sua autoestima, te estimula e, posso te afirmar, melhora seu humor e até a sua saúde”. A afirmação é de Paulo Danilo Vieira, 74, Agente de Saúde em Poços de Caldas (MG).

Experiência e vontade de estar ativo

As pessoas 50, 60, 70 e mais, possuem muita experiência e vontade de estarem ativas e inseridas na sociedade.

Vamos criar condições e espaços mais inclusivos, acessíveis e igualitários para todos em todas as idades. Inclusão e diversidade, a soma que gera respeito e dignidade!

Foto: Portal Terceira Idade AI / Paulo Danilo Vieira (AI, arquivo pessoal)

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“A verdadeira riqueza está em aceitar e celebrar as diferenças!”

por Redação Portal Terceira Idade 30/09/2026
escrito por Redação Portal Terceira Idade
livros
“Naquela biblioteca mágica, a inclusão se tornou a mais preciosa de todas as histórias”

Era uma vez uma biblioteca muito especial, onde os livros tinham voz e adoravam contar histórias. Mas naquela noite, algo diferente aconteceu. Entre as estantes, brilhou uma luz dourada, e, do meio dela, surgiu o Tesouro da Inclusão.

Curiosos, os livros começaram a cochichar:

— Quem é você? — perguntou um livro de contos infantis.
— Sou o Tesouro da Inclusão! Trago histórias que acolhem todos os leitores, sem deixar ninguém de fora.

O dicionário, sempre cheio de sabedoria, folheou algumas páginas e disse:
— Inclusão… palavra bonita! Mas como você faz isso?

O Tesouro sorriu e respondeu:
— Eu transformo histórias para que todas as crianças possam se ver nelas. Falo sobre amizade, respeito e acessibilidade. Nos meus livros, cadeiras de rodas viram carruagens, muletas dançam pelo mundo e Libras é uma linguagem mágica que conecta corações.

Um livro de aventura se animou:
— Então você ajuda a criar heróis diferentes, que mostram ao mundo que ninguém é menos por ser único?
— Exatamente! — disse o Tesouro. — Meu papel é garantir que todas as crianças tenham espaço para sonhar.

Aceitar e celebrar as diferenças

Os livros ficaram encantados. O Tesouro da Inclusão não era apenas um visitante, mas um novo amigo. A partir daquele dia, todos os livros da biblioteca passaram a contar histórias mais diversas, ensinando que a verdadeira riqueza está em aceitar e celebrar as diferenças.

E, assim, naquela biblioteca mágica, a inclusão se tornou a mais preciosa de todas as histórias.

Texto: Natanael Sousa, coautor do projeto ‘Tesouro da Inclusão’
Foto: Portal Terceira Idade AI / Gemini

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30/09/2026 0 Comentário
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dia das mães 2025 Intergeracionalidade
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Viver é conviver, simples assim!

por Tony Bernstein 30/09/2026
escrito por Tony Bernstein
dia das mães 2025 Intergeracionalidade
Na foto, da esquerda para direita, Pedro Henrique, 17, Daniela, 44, Josefa, 66 e Davi Henrique, 13, em momento espontâneo em uma padaria de São Paulo (SP)

Estava tomando um cafezinho para relaxar um pouco, quando vi uma cena linda: dois garotos abraçando e beijando muito sua avó. Aproximei-me deles e comentei como fiquei encantada de ver tanto amor e carinho juntos!

Josefa, 66 anos, a avó, logo comentou que tinha três filhas e sete netos e que todos tinham esse sentimento de amor, carinho e cumplicidade.

Daí a pouco chegou sua filha, Daniela, 44 anos, e seu lindos e carinhosos filhos Davi Henrique, 13, e Pedro Henrique, 17. Daniela, por sua vez, também comentou que toda a sua família é assim: sempre ouvindo uns aos outros, cuidando um do outro, compartilhando suas experiências e convivendo juntos, independente das diferenças de idade ou maneiras de ver o mundo.

Amor, acolhimento e compreensão unem gerações

Entendi, mais do que nunca, que o grande segredo da vida é viver e conviver, amar muito e respeitar muito. Acho que não existe um manual ou uma receita para estes sentimentos tão verdadeiros e espontâneos.

Conversamos bastante, foi tudo muito rápido e intenso. Na despedida, nos abraçamos e nos beijamos como se nos conhecêssemos há muito tempo.

Passei o resto do dia lembrando deste encontro único e acreditando cada vez mais que o amor, o acolhimento e a compreensão unem pessoas de todas as gerações.

Parabéns a todas as mulheres, homens, mães, pais, filhos, netos, avós… que amam e cuidam um do outro!

Foto: Portal Terceira Idade
Ilustração moldura: Image by kenshinstock on Freepik

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vizinhos
Busque conhecer quem mora ao seu lado ou próximo de você

Cresce, cada vez mais, o número de pessoas 50+ que moram sozinhas. Seja em cidades grandes ou pequenas, a solidão se torna um sentimento que fala alto. Estamos em busca de cidades e ambientes amigos das pessoas idosas, espaços públicos seguros para caminhar, tomar um cafezinho…

Busque conhecer quem mora próximo de você

Por que não começar a buscar o conforto e aconchego com quem está mais próximo de nós: nossos vizinhos, seja em prédios, condomínios, casas, na nossa rua, em nosso bairro?

Busque conhecer quem mora ao seu lado ou próximo de você. Combine um café, coma um bolo juntos, tenha uma boa prosa, além de oferecer sua ajuda sempre que necessário, desde levar um pouco de açúcar ou café, até ir ao supermercado ou uma farmácia a qualquer hora do dia.

Faça do seu vizinho um grande amigo e da sua vizinhança um espaço de convívio, aconchego e segurança. Tudo começa nas pequenas atitudes e no espaço em que você vive!

Valorize as pessoas que estão pertinho de você!

Foto: Portal Terceira Idade / Gemini AI

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Envelhecer: o grande guarda-chuva da vida que acolhe todos nós!

por Tony Bernstein 30/09/2026
escrito por Tony Bernstein
Uma sociedade só é inclusiva quando ela abriga a todos sem preconceitos

Cada um de nós tem uma história única e nosso passado, com certeza, vai influenciar em nosso presente e nosso futuro. Envelhecer é uma consequência natural da vida, porém envelhecer bem, com saúde, felicidade e dignidade, depende de como vivemos ao longo de nossa vida.

Com certeza, muitos destes fatores não dependem só de nós: nossa genética, a condição social na qual crescemos, as chances de estudo, acesso à saúde e trabalho que tivemos e o tempo que pudemos usufruir para nos cuidarmos e sermos felizes.

Uma questão ligada à toda a sociedade

Envelhecer bem é uma questão ligada à toda a sociedade. Pense nisso e não cobre tanto de si mesmo!

Uma sociedade só é inclusiva quando ela abriga a todos sem preconceitos e torna possível a inclusão social e o respeito à diversidade. Vamos juntos tornar possível a “Década do Envelhecimento Saudável 2021-2030 ONU/OMS”!

Foto: Portal Terceira Idade / Gemini AI

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